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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Mateus 8:1-4 - O LEPROSO

"1 E, DESCENDO ele do monte, seguiu-o uma grande multidão.
2 E, eis que veio um leproso, e o adorou, dizendo: Senhor, se quiseres, podes tornar-me limpo.
3 E Jesus, estendendo a mão, tocou-o, dizendo: Quero; sê limpo. E logo ficou purificado da lepra.
4 Disse-lhe então Jesus: Olha, não o digas a alguém, mas vai, mostra-te ao sacerdote, e apresenta a oferta que Moisés determinou, para lhes servir de testemunho. "
 História adaptada por Max Lucado,

Um ano, durante a colheita, percebi que minha mão não podia sustentar a foice com a mesma força. Os dedos estavam adormecidos. Primeiro foi um dedo, e depois, outro. Em pouco tempo podia empunhar a foice, mas nem a sentia. Ao terminar a temporada não sentia nada com as mãos. É como se a mão que empunhava o cabo pertencesse a outra pessoa; tinha perdido toda sensibilidade. Não disse nada a minha esposa, mas ela suspeitava de algo. Como poderia não suspeitar? Eu levava minha mão junto ao corpo como ave ferida.
Uma tarde enfiei a mão numa bacia de água para lavar o rosto. A água ficou vermelha. Um dedo sangrava, com hemorragia. Nem sabia que me havia machucado. Como me cortei? Com alguma faca? Será que encostei a mão em algum objeto afiado? Deve ter sido, porém eu nada tinha sentido.
— Está também na sua roupa — disse minha esposa com voz fraca. Ela estava atrás de mim. Antes de olhar para ela, fitei as manchas vermelhas em minhas vestes. Por longo tempo fiquei sobre a bacia, contemplando minha mão. Algo me dizia que minha vida tinha sido alterada para sempre.
— Você quer que eu o acompanhe para ver o sacerdote? — me perguntou.
— Não — disse eu com um suspiro —. Irei sozinho.
Me virei e vi seus olhos úmidos. Junto dela estava nossa filinha de três anos. Abaixando-me, olhei diretamente em seus olhos e acariciei sua face, sem dizer nada. Que poderia dizer? Endireitei-me e olhei para minha esposa de novo. Ela me tocou no ombro, e com minha mão boa toquei a dela. Seria nosso toque final.
Cinco anos se passaram, e desde então mais ninguém tinha me tocado, até agora.
O sacerdote não me tocou. Olhou para minha mão, que agora levo envolvida num pano. Olhou para meu rosto, agora obscurecido pela tristeza. Nunca o culpei pelo que me disse. Simplesmente estava agindo segundo tinha sido instruído. Cobriu sua boca e estendeu sua mão, com a palma para fora. "Você é imundo", disse. Com este pronunciamento, perdi minha família, meus bens, meu futuro, meus amigos.
Minha esposa veio me encontrar nas portas da cidade, com uma sacola de roupa, pão e moedas. Não disse nada. Alguns amigos tinham-se reunido. O que vi em seus olhos foi precursor do que tenho visto em todo olhar desde então: compaixão cheia de terror. Enquanto eu saía, eles se afastavam. Seu horror por minha enfermidade era maior que sua preocupação pelo meu coração; e assim eles, igual a todos desde então, recuaram.
Ah, quanta repulsa sentiam os que me viam! Cinco anos de lepra me deixaram as mãos retorcidas. Faltam-me várias falanges em vários dedos, assim como pedaços de minhas orelhas e do nariz. Ao ver-me, os pais pegam seus filhos. As mães cobrem seus rostos. As crianças me apontam com o dedo e ficam olhando para mim.
Os trapos não podem esconder as chagas de meu corpo. Tampouco o pano com que envolvo meu rosto pode ocultar a ira de meus olhos. Nem sequer tento escondê-la. Quantas noites não levantei meu punho crispado contra o céu silencioso? "Que fiz para merecer isto?" Porém nunca recebi resposta.
Alguns pensam que pequei. Alguns pensam que meus pais pecaram. Não sei. Tudo quanto sei é que me fartei de tudo: de dormir na colônia, de perceber o fedor. Odiava o maldito sino que tinha que levar pendurado no pescoço para advertir às pessoas de minha presença. Como se precisasse dele. Bastava um olhar e os anúncios começavam: "Imundo! Imundo! Imundo!"
Algumas semanas atrás me atrevi a andar pelo caminho da aldeia. Não tinha nenhuma intenção de entrar nela. O céu sabe que tudo o que eu queria era dar uma olhada nos meus campos. Dar uma olhada em minha casa e ver, por alguma casualidade, o rosto de minha esposa. Não a vi; mas vi algumas crianças brincando num campo. Me escondi atrás de uma árvore e as observei vaguear e sair correndo. Suas faces estavam tão felizes e seu riso era tão contagioso que por um momento, apenas por um momento, não era mais leproso. Era de novo agricultor. Era pai. Era um homem.
Com a infusão da felicidade deles sai de trás da árvore, endireitei minhas costas, respirei profundamente... e então me viram. Antes que pudesse retirar-me, me viram. Gritaram. Fugiram correndo. Uma, porém, ficou. Uma se deteve e olhou para mim. Não sei, não poderia dizer com certeza, mas acho, na verdade acho que era minha filha. Não sei; não poderia garanti-lo; mas penso que ela buscava seu pai.
Esse olhar me fez dar o passo que dei hoje. Certamente foi temerário. Com certeza foi um risco. Mas, o que tinha a perder?
Ele chama a si mesmo de Filho de Deus. Ou ele ouviria meu clamor e me mataria, ou aceitaria minha demanda e me curaria. Foi o que pensei. Me aproximei dEle, desafiando-o. Não foi a fé que me empurrou, mas sim uma ira desesperada. Deus tinha feito uma calamidade no meu corpo, e devia restaurá-lo ou então, acabá-lo.
Mas então o vi, e quando o vi, mudei. Lembre que sou agricultor, e não poeta, assim não consigo achar as palavras para descrever o que vi. Tudo quanto posso dizer é que as manhãs da Judéia algumas vezes são tão frescas e o nascer do sol tão glorioso que olhá-lo é esquecer do calor do dia anterior e das feridas do passado. Quando olhei para seu rosto vi uma manhã da Judéia.
Antes que Ele falasse, soube que se interessava. De alguma forma soube que detestava esta doença tanto, se não mais, que eu. Minha ira se converteu em confiança, e minha cólera em esperança.
Oculto por trás de uma pedra, o vi descer da colina. Multidões o seguiam. Esperei até que estivesse a poucos passos de onde eu estava, e então me apresentei.
— Mestre!
Parou e olhou para mim, assim como dezenas de outros. Uma torrente de temor percorreu a multidão. Os braços voaram para cobrir as caras. As crianças se comprimiram detrás de seus pais. "Imundo!" gritou alguém. De novo, não culpo eles. Eu era uma massa malfeita de morte. Porém quase não os ouvia. Quase não os via. Tinha visto mil vezes seu pânico. Contudo, a compaixão dEle quase nunca a havia contemplado. Todo mundo retrocedeu, exceto Ele. Então avançou para mim. Para mim.
Cinco anos atrás minha esposa tinha se aproximado de mim. Ela foi a última a fazê-lo. Agora Ele o fazia. Não me mexi. Simplesmente lhe disse:
— Senhor, tu podes limpar-me, se quiseres.
Se Ele tivesse me curado com uma palavra, teria ficado mais que encantado. Se me tivesse sarado com uma oração, teria me regozijado. Porém não ficou satisfeito com falar-me. Até então ninguém tinha me tocado. Até hoje.
— Quero — suas palavras foram suaves como seu toque —. Sê limpo.
A energia encheu meu corpo como a água num campo arado. Num instante, num momento, senti o calor onde tinha havido insensibilidade. Senti força onde tinha havido atrofia. Minhas costas se endireitaram, e minha cabeça se levantou. Onde eu tinha estado com o olho no nível de sua cintura, agora estava fitando-o ao nível de seu rosto. Seu rosto sorridente.
Tomou minhas faces com suas mãos, e me aproximou tanto que pude sentir o calor de seu hálito e ver a umidade de seus olhos.
— Não fales com ninguém. Mas vai e mostra-te ao sacerdote, e oferece a oferta que Moisés ordenou para os que são sarados. Isso mostrará às pessoas o que tenho feito.
É isso é o que estou fazendo. Vou mostrar-me ao sacerdote e abraçá-lo. Vou mostrar-me a minha esposa, e abraçá-la. Levantarei minha filha, e a abraçarei. Nunca esquecerei o que se atreveu a tocar-me. Poderia ter-me sarado com uma palavra; mas desejava fazer mais que me sarar. Desejava dar-me honra, validar-me. Imagina: indigno de que me toque o homem, e contudo digno do toque de Deus.
"Por cinco anos ninguém me tocou. Ninguém. Nem uma única pessoa. Nem sequer minha esposa, nem minha filha, nem meus amigos. Ninguém me tocava. Olhavam para mim. Falavam comigo. Sentia o carinho em suas vozes. Via preocupação em seus olhos. Mas nunca senti seu toque. Não havia. Nem uma única vez. Ninguém me tocou.
O que é comum entre vocês, eu cobiçava. Apertos de mãos. Cálidos abraços. Uma toque no ombro para chamar minha atenção. Um beijo nos lábios para roubar um coração. Tais momentos foram tirados do meu mundo. Ninguém me tocou. Ninguém esbarrou em mim. O que eu não teria dado para que alguém esbarrasse em mim, que me apertassem numa multidão, que meus ombros encostassem nos de outros. Mas por cinco anos nada disso aconteceu. Como poderia? Nem ao menos me era permitido andar pelas ruas. Até os rabinos mantinham-se à distância. Não me era permitido freqüentar a sinagoga. Nem sequer me recebiam em minha própria casa.
Eu era um intocável. Era leproso. Ninguém me tocava. Até hoje."

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

LIVRO SOBRE NAMORO

Em uma terra seca e sem vida, brotou uma pequena nascente. No início, um pequenino fluxo de água, tímido e quase sem muito significado, no qual fora posto uma barreira que impediu seu fluxo natural. Ao longo do tempo, esse pequeno fluxo de água, que era abastecido diariamente daquela nascente, começou a receber quantidades consideráveis de chuvas, até tornar-se um rio que começaria a ser utilizado pelas pessoas ao redor. Agora, transbordante, imagine a necessidade de vazão desse rio. Ele foi represado e agora precisa aliviar a quantidade de água. Assim estava minha mente. Acumulado experiências e leituras ao longo dos anos. E como era de se esperar, precisava “botar tudo para fora”.  Vez outra pensava “será que em algum dia todas as coisas que atravessei e tudo o que aprendi, será de alguma forma colocada para fora”? “Como seria recebido pelos jovens Cristãos?” Então decidi escrever. E o rio achou um escape, abriram-se as comportas!

Em meio a tantas publicações desse gênero – O namoro –, o que poderia justificar a necessidade de se escrever mais um livro, quando, de fato, já existe tantos que falam sobre os mesmos assuntos? Reconheço que não sou tão graduado como aqueles autores. Mas o que me chamou a atenção em tudo isso, foi o fato de sempre usarem a mesma abordagem – namoro, noivado e casamento – e não especificamente em como iniciar um namoro. Ou seja, não existe ou pelos menos não encontrei alguma obra com algum foco exclusivo para esse assunto. E quando têm, não chega a ser preciso, de forma a auxiliar pessoas que têm dificuldades nesses assuntos. Dessa forma, ficamos sempre falando dos mesmos assuntos; focamo-nos em manter um namoro e enchê-lo de Deus, mas dificilmente focamos em COMO TER um tão desejado namoro, noivado e casamento, no Senhor. E sei que muitos desejam isso.

A maioria dos livros evangélicos que abordam o assunto evade às questões principais, e deixa muita coisa a cargo da imaginação do leitor. E esse assunto mexe muito com a juventude. 

  De há muito tempo, venho sentindo a necessidade de uma obra detalhada, que apresentasse com clareza COMO alcançar uma namorada. Uma obra específica, ainda que não seja necessitada por alguns, mas, que ao menos mostrasse a outros menos afortunados, o PASSO A PASSO de como ter sucesso na conquista de uma namorada. E esse tema é importante para a vida de uma pessoa, principalmente daqueles que não tem noção de como agir e dos muitos que se sentem incapazes de fazê-lo.

Ao começar a ler obras sobre o namoro, fui sendo cada vez mais convencido de que não é a intenção de Deus que seus jovens fiquem sem instrução nesse assunto particular e orei para que o Senhor me orientasse nesse trabalho, de forma que essa obra tivesse um cunho bíblico, e ao mesmo tempo altamente prático.
 
Um dos livros que mais identifiquei a necessidades dos jovens, além de nossas pesquisas, foi o livro escrito pelo Pastor Josué Gonçalves que em uma brilhante introdução comenta que:

“Em nenhum outro assunto empolga mais a juventude do que o NAMORO. Para o jovem, falar de namoro é falar de amor, paixão, sonhos, ligação, busca, solidão, dor, desejos, companhia, ilusão, fantasias, versos e poesias. É na adolescência que se inicia esta explosão emocional que leva os meninos a sentirem atração pelo sexo oposto. Começam as paqueras, os bilhetes, os recados e os telefonemas, e o desejo intenso de conquistar e ser conquistado vai se tornando cada vez mais explicito. As meninas abrem o coração apaixonado e choram ou fazem festas com as coleguinhas sobre o que estão sentindo, e alguns rapazes compartilham seus sentimentos com os amigos.

A verdade é que está tudo mudando em ralação ao nosso tempo de pré-adolescência, quando as relações eram mais ingênuas e superficiais. Não há nada de errado em amar e desejar ser amado, namorar e sonhar com o futuro conjugal. A questão é QUANDO, COMO, PORQUE e ONDE tudo isso deve acontecer.

Nenhum projeto de vida é bem construído quando as pessoas só pensam no prazer e na alegria do momento, não levando em consideração as implicações futuras. O que é interessante e prazeroso agora pode trazer tristezas e amarguras futuras.”

 Do livro 101 Erros que os namorados não podem cometer, Pr. Josué Gonçalves

Com a finalidade de saber o pensamento dos moços e moças, sobre como conquistar alguém, enquanto preparávamos essa obra, realizamos uma pesquisa com o tema “O que é importante em alguém, para que VOCÊ sinta-SE atraído por ele (A)?”. E a pesquisa revelou que as idéias e conceitos que muitos têm sobre como conseguir uma namorada são, na maioria, equivocadas. A maioria demonstrou estarem cheios de preconceitos e pensamentos errados quanto ao assunto; pensamentos que se tornaram em regras e crenças equivocadas e até infantil demais. Outros revelaram uma confusão em torno desse tema.

  Em meio aos moços, uns defendem que hoje as mulheres cristãs estão mais seletivas, e geralmente escolhem àqueles irmãozinhos que têm o carro do momento, uma condição financeira razoável, que sejam filhos de obreiros em destaque, e outros afins. Outros defendem que as mulheres evangélicas estão buscando o estereótipo de homem que não existe nas igrejas evangélicas, e acrescentam que os rapazes de fora do meio cristão estão atraindo mais as moças, tornando difícil encontrar uma moça interessante na igreja. E ainda há aqueles que defendem que o namoro no meio cristão fica sempre a mercê do acaso. “Ficar”, segundo os pensamentos deles, é o máximo que conseguem.

Infelizmente, vemos isso acontecendo constantemente e isso deveria preocupar-nos. Por outro lado, de mesma importância e preocupação, os moços evangélicos também estão procurando lá fora o que não conseguem encontrar aqui dentro. O resultado de tudo isso são relacionamentos fora da vontade do Senhor, relações sexuais fora do casamento e jovens desviando-se dos caminhos do senhor. E infelizmente parece que não há mais aquele combate a esses relacionamentos que, por conivência do silêncio, cresce cada vez mais. Essa obra que estamos apresentando ao público cristão, porém, não tem por objetivo discursar esses assuntos, embora eles sejam de grande relevância. E acreditamos que nos deter neles agora, poderia desviar o leitor do objetivo desta obra.

Em meio às moças, elas reclamam da falta de iniciativa por parte dos jovens. Comentam que eles se preocupam mais com seus carros do que com as preferências delas. Acrescentam que muitos jovens não sabem se vestir direito e que não se preocupam com a aparência. Algumas até ousam dizer que os meninos parecem desesperados, desprezando os “passos preliminares” existentes quando identificam a intenção de relacionamento. Reforçam que muitos não transmitem segurança, conforto e bem estar. Que transmitem uma imagem de alguém que só querem uma mulher para satisfazer as necessidades sexuais e nada mais. Ou que só as querem por perto para ter sentido às suas vidas.

Observei que as moças se abriam mais na pesquisa, que os próprios moços entrevistados. E ficamos contentes com esse resultado. Porque, de certa forma, isso corresponde com a necessidade dessa obra. Porque são elas, as moças, que têm sentido mais a ausência de “alguém especial” em suas vidas, mesmo estando em meio a milhares de rapazes em nossas igrejas. E que os rapazes ainda mantém uma postura despreparada para corresponder às intenções românticas delas.

Se você parar e observar, vai ver e concordar comigo que existem milhares de jovens em nossas igrejas em situações semelhantes. Muitos que sofrem com seus conflitos interiores, com um sentimento de rejeição e solidão. Jovens que têm vergonha de falar sobre esses assuntos e até mesmo para seus pastores e líderes, temendo ainda mais a rejeição, vergonha e de ser zombado pelos demais. Não que isso vá acontecer, mas, particularmente, é um assunto que poucos pastores e líderes dominam e que a maioria dos jovens não se abre tão facilmente. Isso acontece não somente no seio da igreja, mas principalmente, nos lares.

Em algumas conversas realizadas com alguns pastores, um fato que mais chamou a atenção foi o de não existir muito envolvimento de pastores com os jovens e, tão pouco, dos Jovens para com os pastores sobre esses assuntos. Porém, o que a maioria dos pastores, líderes e conselheiros das igrejas concordam, é que esse assunto é um dos causadores da desmotivação da fé de muitos moços e moças nas igrejas. Por isso necessita de nossa atenção.

  Uma verdade pela qual louvo a Deus é a de que no meio evangélico existem muitas publicações sobre os títulos “Namoro, Noivado e Casamento”, publicados e editados por homens de Deus, tais como Pr. Josué Gonçalves, Pr. Tim LaHaye, Pr. Ronaldo Fonseca, Pr. Claudionor Corrêa de Andrade e sua esposa Marta e muitos outros que você poderá conferir na página de bibliografia. Neles encontramos a base para comentar sobre a importância desses assuntos. Sem contar os vários estudos em sites de relacionamentos e namoro gospel divulgados na internet. Se fizer uma pesquisa no Google, você vai encontrar aproximadamente 2.530.000 (milhões) de resultados para sites de namoros evangélicos. E parece que a moda pegou. Até igrejas evangélicas realizam o “culto do dia dos namorados”. Existem cultos de mocidade realizados em chácaras/retiros que focam bastante esses assuntos. Isso é bom. Pois mostra que a igreja percebeu que esse é um assunto, que assola os milhares de jovens, perdendo somente para questões sexuais.           
 
Verdadeiramente as obras editadas sobre esses assuntos são de grande importância e relevância para a igreja. Pois explicam, sob a ótica divina, assuntos comuns existentes nos relacionamentos. Recomendo a todos adquirirem exemplares dessas publicações e participar dos simpósios promovidos pelos autores.  

Diferentemente dos livros sobre namoro, noivado e casamento, esta obra procurará levar o leitor a uma mudança que refletirá primeiramente em si mesmo, depois nas pessoas ao seu redor e culminará com a reação das pessoas, que se tornarão mais receptiva. Vai poder conferir algumas ferramentas que lhe dará uma melhor compreensão e lhe permitirá compreender a forma de Deus agir em sua vida na área de relacionamentos.

De fato, podemos comentar sobre muitos assuntos na esperança de orientar alguém ou, pelo menos, ajudar um pouco. Mas a verdade é que nenhum livro, inspirado e escrito por seres humanos, poderá dar a última palavra sobre nenhum assunto; portanto, não ousamos afirmar que este material sobre conquista dará. Mas acreditamos que contém muitas informações valiosas e úteis para qualquer rapaz, e várias das informações aqui fornecidas não são encontradas em nenhuma outra obra semelhante.

Portanto, nós o entregamos ao público jovem evangélico com a oração de que Deus ilumine vossos entendimentos, para que compreendam e vivam os conceitos aqui ensinados, pois essa obra é especificamente destinada a todos os que dela precisam!

Minha esperança é que essa obra seja recebida pelo público jovem, como sendo uma extensão das publicações do ilustres ensinadores cristãos, que nunca mediram esforços e com muito esmero se dedicam, até hoje, servindo à igreja de Cristo com suas publicações.

O objetivo e meu desejo nesta obra é o de apresentar a você, como pensam, e agem as mulheres no meio cristão e de modo geral, quando se é cortejada e qual deve ser sua atitude em relação a isso. E tem a finalidade de orientar você a se tornar capaz de conquistar a garota que você esteja interessado, principalmente a mais atraente.

Prepare-se! Pois, comprovadamente, essa obra irá impactar sua vida amorosa! E devido a sua importância, procuraremos usar abordagens diretas, sem rodeios e de forma que o público jovem compreenda, pois estou ciente de que todos desejam ser um ISAQUE para alguma Rebeca; desejam aprender como conquistar e cativar o coração delas e finalmente conquistar a mulher de seus sonhos!

Em respostas às mais diversas perguntas e conceitos errados que muitos jovens têm sobre esse assunto, e sobre a situação em que se encontram, acredito que essa obra poderá fazer uma diferença dramática na vida amorosa das pessoas, podendo servir até como ferramenta na orientação pastoral e liderança. Assim oramos e cremos!

Gilson Ricardo


Extraido de um livro que etsou escrevendo...

Primeiro a semente, então a terra por si mesma frutifica: primeiro a erva, depois, a espiga, e, por fim, o grão cheio de espiga... (Marcos 4:28)


Por realmente saber como é frustrante levar um “fora” e não alcançar a tão sonhada namorada, isso me motivou a estudar a fundo esse assunto, e é por isso também que você deve ler esta obra. Pois essa obra é resultado de experiências próprias e de mais de anos de pesquisas realizadas.

Durante algum tempo, eu comecei a comprar e a tomar emprestados alguns livros de namoro, noivado, casamento, juventude, auto-ajuda e assuntos relacionados, para ter noção do assunto. E confesso que fiquei surpreso com tudo. Conversei com alguns, enviei e-mail para outros que trabalham nas áreas de motivação pessoal, psicólogos, sociólogos. Fiz inúmeras perguntas e colhi dicas de pessoas quem tiveram mais facilidade na conquista do que eu. Alguns me auxiliaram enviando suas histórias e comentários. Passei então a analisar se havia algo comum entre eles. Se pudesse encontrar o que poderíamos chamar de “um agir corretamente com alguma moça” ou algo parecido como “faça dessa forma”, mas não encontrei.

Porém, para minha surpresa eu percebi que toda discussão sobre namoro era baseado em torno de um comportamento correto que deveria existir entre os pretendentes. E que os relacionamentos deveriam estar em harmonia em algumas esferas, que envolvem a área pessoal, civil, família, religiosa e teológica.  

PESSOAL: É importante ressaltar que um relacionamento envolve muito questões de âmbito pessoal e íntimo. Que conhecendo a pessoa mais de perto, os valores dela começam a ser destacados. Tanto rapaz, quanto a moça, passará a conviver com os gostos, preferências, costumes e outras coisas que deverão ser aceitos ou, caso o relacionamento esteja ainda na fase inicial, devem ser aceitos como desafios e servirá como base para fortalecimento da relação. É a aceitação de um pelo outro.
 
CIVIL: É aquele realizado de forma aberta, ou seja, não ocultado escondido. Todo relacionamento, principalmente no namoro, é o momento onde as pessoas ao redor começam a ver que uma pessoa selecionou outra para viverem juntos. E ainda que não possa prever se realmente viverão juntas ou não, pelo menos é registrado aos olhos de todos que há um compromisso entre os dois. Os círculos de amigos passam a formar comentários sobre o relacionamento.

FAMILIAR: É a família que forma a base de uma sociedade. Os princípios, os bons costumes, as éticas e as identidades dos filhos, são formadas no seio da família. Os pais devotaram seus esforços para que o jovem crescesse e se desenvolvesse na comunidade. Aos pais foram impostas as responsabilidades de guiar seus filhos nos caminhos do Senhor. Logo, um relacionamento deve estar amparado dento de uma harmonia familiar. É importante ressaltar na época em que vivemos, em meio a uma sociedade permissiva, o quanto é respeitador e ético para um rapaz que se lembra de que as moças têm pais, e que os mesmos prezam por saber com quem anda suas filhas. Quando existe algum namoro que não é amparado pelos princípios, bons costumes, éticas e as identidades familiares, torna-se motivos de angustias para os pais.

religioso: Esse aspecto é aquele que a igreja, através de suas doutrinas e costumes, sempre recomenda. Conforme os padrões bíblicos, uma pessoa salva não deve iniciar um relacionamento com outro que não seja de mesma fé. É louvável quando um moço e uma moça que tem entre si o desejo de firmar seu relacionamento procuram seus pastores para notificá-los, não como sendo um pedido de permissão, mas para receberem alguma orientação.

teológico: Nesse aspecto, poderíamos dizer que é o relacionamento real, o verdadeiro, que firmado entre o moço e a moça, ajoelhados diante de Deus juntos, ou cada qual em sua casa, oram em um mesmo sentido, assumindo um compromisso de mútua fidelidade e lealdade, de coração para coração. Buscam aprovação de Deus com a intenção sincera de querer fazer bem ao seu companheiro, como se fosse a si mesmo. É o momento onde os laços são formados. No casamento, ambos passam a ser considerados por Deus como uma mesma carne.

A essas alturas, nem é preciso dizer muita coisa, pois temos absoluta certeza de que o leitor conhece casais que, por mera aparência ou conveniência continuam "sustentando" um relacionamento pessoal, civil e religioso, mas que, teologicamente, há muito tempo deixaram de ser namorados ou, se casados, deixaram de ser marido e mulher.

E também não têm como negar, uma moça ou um moço evangélico, mantendo um relacionamento puramente pessoal e civil, com alguma pessoa fora da mesma fé cristã. Geralmente, no início, mantém o relacionamento escondido e de todos, porque teme a reprovação que as pessoas (religião) poderão fazer e preferem viver com a consciência cauterizada, por não querer se submeter a Deus (teológico). Fica claro que, se existe certo grau de “vergonha” e é necessário ocultar tal relacionamento das pessoas ao redor, é porque sabem que estão fazendo algo de errado e que contraria regras éticas e até mesmo religiosas. Sabem que seus relacionamentos não estão harmonizados entre todas as áreas da vida.

Percebi também que o relacionamento entre pessoas é a forma como eles se tratam e se comunicam. Quando os indivíduos se comunicam bem e o gostam de fazer, diz-se que há um bom relacionamento entre eles. Quando se tratam mal, e pelo menos um deles não gosta de entrar em contato com os restantes, diz-se que há um mau relacionamento. Deve-se, então, buscar harmonia de interesses. O problema de relacionamento começa quando um indivíduo se sente desmoralizado por outro, e procura evitá-lo.

A fim de orientar a massa que ainda vivem desejosos de ter um justo e correto relacionamento amoroso, e de orientar na melhor forma possível os jovens, concluí que muita coisa que dizem por ai não passa de contos de fadas e coisas que ainda precisam ser vivenciada. Que a maioria de nós cresceu ouvindo historias de suspense ou lendo romances, em que o príncipe encantado levava a moçinha pobre embora em seu imponente cavalo branco, e eles passavam a viver uma vida longa e feliz para sempre. Mas na vida real isso não acontece. Há milhares de pessoas solitárias onde não existem contos de fadas.

Para alcançar o tão sonhado sucesso amoroso, é necessário alguns pontos:

1.     Você deve crer que Deus viu que “não é bom que o homem esteja só” e que Ele se interessa pelo teu bem estar emocional e amoroso;
2.     Que todos os homens e mulheres têm o mesmo direito de ter ao seu lado alguém que ama e lhe faz bem; Todos foram abençoados com a bênção da criação;
3.     Que faz parte da natureza humana, criada por Deus, a necessidade de se relacionar com alguém;
4.     Que homens e mulheres são diferentes em se tratando de relacionamentos. Enquanto as mulheres são menos lógicas que os homens, estes são menos emotivos que elas.
5.     E que existem dois tipos de comunicação entre as pessoas – objetiva e subjetiva - a racional (lógica) e a emocional, e você deve aprender a se comunicar melhor através delas;
6.     VOCÊ deve se tornar um rapaz socialmente normal, e que não seja atormentado pela ansiedade, medo ou timidez;
7.     VOCÊ deve usar um comportamento correto, uma postura psicológica que te leve a entender sobre você primeiro e como isso reflete nas pessoas de fora e como tal comportamento as influenciam;
8.     Que para ser considerado como atraente para uma mulher, você deve demonstrar qualidades que são consideradas atraentes por elas;
9.     Você deve possuir qualidades atrativas essenciais nos quesitos femininos e como comunicar tais qualidades;
10.  Que todos os relacionamentos contêm muitos aspectos que, necessariamente, precisam estar harmonizados entre si. 

Em minhas experiências, no início, eu comecei aos poucos e conseqüentemente os resultados começaram a aparecer. Aos poucos minha timidez foi desaparecendo e isso me motivava a cada dia. E até parecia que grandes quantidades de “adrenalina” circulavam em minhas veias naqueles dias, pois tudo era emocionante. Eu mesmo não podia acreditar no que estava acontecendo comigo. Uma nova perspectiva. Afinal de contas, depois de tantos anos e tantos fracassos...

Era uma sensação de felicidade misturada com medo… mas um medo de não ser verdade; medo ainda de achar que estava pecando contra Deus por isso. Pois lá estava eu, saindo de minha Zona de Conforto. E depois de algumas semanas, saindo do culto sabendo que em outra congregação me aguardava uma moça linda, que eu jamais sonhara em conseguir antes. Para mim era quase que inacreditável, pois era tão diferente do que eu estava acostumado. Eu não conseguia acreditar que era verdade.

Antes daqueles dias, eu quase não conseguia me relacionar com moça nenhuma. E quando acontecia, não era exatamente como eu queria ou sempre dava tudo errado. Como disse no inicio, eu nunca fui alguém com grandes atrativos. Eventualmente alguma moça se sentia atraída por mim na igreja, mas não eram a mulher sempre procurava.
Imagine o que senti estando pela primeira vez com aquela moça maravilhosa; a sensação de euforia que eu sentia quando ela me abraçava e me beijava. Se ponha no meu lugar. Imagine como estava agora aquele rapaz travado, tímido e confuso de antes. Agora parecia tudo tão perfeito! As pessoas ao meu redor se tornaram mais receptivas, tudo parecia fluir melhor; eu estava me sentindo realmente bem. Algum tempo depois, por questões pessoais, decidimos terminar aquele relacionamento. Decidimos por terminar porque em uma relação onde não existe mais aquela euforia, paixão ou amor e o casal tem planos diferentes ou porque descobriram serem mais amigos do que namorados… enfim, quando o relacionamento passa por esses tipos de cenários, fica mais fácil de cada um seguir o seu caminho, já que a chance de terminarem em comum acordo é bem maior.
Através de experiências próprias, percebi que eu não alcançava o mesmo sucesso com as moças que já conhecia antes. Ocorre que, devido ao modo em que agia e me comportava antes, elas já haviam criado uma imagem a meu respeito. Ao verem que eu estava tendo opções a escolher para um relacionamento, isso causou espanto em algumas, que vieram a me perguntar “como você conseguiu?” ou “o que aconteceu com você?” e ainda “Você está diferente!” E de fato, isso chegava às vezes causar estranheza. Ninguém julga como sendo normal qualquer mudança repentina.  
Eu me alegrava muito com isso. Os resultados eram verdadeiros. Realmente aconteciam. Criei maias amizades e àquela sensação de ser evitado, simplesmente desapareceu. Meus momentos de oração aumentaram ainda mais. A gora eu tinha muito mais motivos para louvar a Deus. Tinha mais motivos para agradecer.

Semanas depois, comecei a pensar e até duvidar se aquela primeira moça que havia conquistado teria sido sorte, ou devido alguma influência da família ou amigos, ou até mesmo da igreja, não sei! E eu pensava que seria simplesmente bom demais para ser verdade, se eu conseguisse os resultados novamente. Então, eu resolvi tentar mais uma vez. Até porque, eu não tinha nada a perder mesmo, só a ganhar! Dessa vez a moça era realmente linda e havíamos nos conhecido em um grande evento evangelístico realizado pelas mocidades do campo.

SIM, Novamente! Aconteceu novamente! E dessa vez as experiências que estava vivendo eram tão fortes quanto as primeiras, pois cada vez mais tudo aquilo se tornava mais verdadeiro e credível. Novamente lá estava eu, com outra moça mais linda ainda, apaixonada por mim. Porém, mutuamente decidimos terminar, devido às dificuldades existentes pela distância entre as cidades em que morávamos. E o melhor de tudo é que ela não me chamou de louco!

Esses relacionamentos duraram entre quatro a seis meses e revelaram uma nova postura existente em mim quanto ao namoro. Percebi que minha perspectiva finalmente havia mudado. Pude então concluir: Se eu soubesse antes o que eu sei hoje, eu não teria tantos relacionamentos fracassados, cujas cicatrizes servem de lições. Muito menos vivido tanto tempo sozinho e cheio de conflitos internos! E graças a Deus que não precisei deixar a igreja, como muitos infelizmente fazem, para alcançar uma namorada.

Ao caminhar pelas ruas percebia que, mesmo sem minha intenção, e mesmo não possuindo beleza alguma (calvície acelerada desde os 22 anos e muito magro) podia notar estar sendo “olhado”. Nos supermercados e lojas, sempre recebia um atendimento com uma “atenção” a mais. Socialmente tudo mudou. Mesmo não tendo qualquer iniciativa de minha parte, até às vezes procurando evitar tudo isso, parecia como um ímã que atraía a atenção das pessoas.

Concluí que se você for carismático e simpático com todos, possuir um bom humor e sempre conversar com as pessoas como elas realmente são, se interessando realmente pelas coisas que elas fazem, como vivem ou simplesmente fazendo um pequeno e humorado comentário, nos leva a um ambiente mais amistoso. Até um simples bom dia, muda a rotina de muita gente.

É surpreendente, mas como meu próprio exemplo dado, você terá resultados. Inclusive, enquanto preparava os últimos capítulos desta obra, estava nos preparativos finais para meu casamento...

Casamento?! Isso mesmo... MEU CASAMENTO!...  Noivo de uma moça muito linda, que eu sempre desejei, e sempre faz questão de comentar de quando nos conhecemos; de como me diferenciei no meio de todos em uma festividade realizada na igreja onde ela freqüentava naquela época; de como fui selecionado como sendo “a melhor opção” para se relacionar por ela.

Minha experiência com ela foi além do que eu ainda imaginava. Logo no primeiro dia, visitando sua congregação com nossa mocidade, eu disse ao meu amigo e irmão Lucas Caetano. “Eu vou casar com aquela moça”. Ao findar o culto, ousadamente me aproximei do grupo onde ela estava, com um jeito amistoso, carismático divertido, usando ainda um pequeno toque de “metido”, me apresentei. Dias depois, apareci de surpresa, mas apenas para criar mais amizade com o grupo de amigos dela. Saímos em grupo para uma pizzaria e logo depois fui para minha casa, não demonstrando qualquer interesse por ela, ainda que por dentro estivesse. Passados alguns dias, nos encontramos na Igreja Sede e apenas cumprimentei e tratei de ir para outro lugar, deixando-a sozinha com o grupo dela. Dias depois, apareci na igreja dela e apenas com assuntos amigáveis e de interesses dela, deixando transparecer levemente qual era minha intenção. Causando uma curiosidade nela e no grupo, em saber se eu estava ou não interessado nela. Dias depois saímos em grupo e até que chegou um dia em que ela perguntou diretamente qual era minha intenção. Lógico que até aqui eu já havia percebido que havia nela certo interesse por mim também. Daqui para frente foi somente assuntos relacionados a namoro. E, por fim, depois das devidas apresentações às famílias e pastores locais, firmamos o namoro, depois noivamos e, em alguns meses depois, estávamos casados, no Senhor.

“SIM!” Essa foi a palavra que teve um imenso significado no dia de nosso casamento! Não foram penas palavras que firmam algum pacto. Havia uma história em volta disso tudo. Havia uma vida de muito sofrimento, solidão, incompreensão e de muitos conflitos internos. Havia um rapaz que aprendeu aquilo que muitos desconhecem. Havia mudanças de atitudes e de pensamentos. Aquela simples palavra, aquela simples confirmação, soou como “Eu escolhi você para amar; escolhi você para viver junto; escolhi você porque me completa; te escolhi porque te amo.”

Após anos de tentativas e erros, aqui estou eu. Finalmente consegui o que sempre sonhei: o verdadeiro sucesso na vida amorosa e sentimental. Ministerialmente me ajudou muito. O que parecia impossível para mim antes, QUE NÃO POSSUÍA ATRATIVO algum, se tornou realidade. A sensação de felicidade e bem estar que passei a sentir depois de tudo isso, fez valer todo esforço investido, lágrimas e cada gota de suor ao longo da minha jornada. Hoje, de posse da benção alcançada, a única frase que vem na minha mente é:

"Finalmente consegui... Obrigado Deus!"

É isso que quero compartilhar. Alías, eu preciso compartilhar isso! Preciso tornar isso conhecido para os meus irmãos. Sim, hoje eu sou diferente de antes. Tenho sonhos, objetivos e prazer nas coisas que faço. Tornei-me mais sociável, comunicativo e dinâmico. Até recebi uma promoção de cargo na empresa. E às vezes sinto-me como se estivesse em casa, quando estou em meio às pessoas. Não me vejo mais inferior e tampouco mais feio. Minha calvície ainda é acelerada, não sou mais magro como antes; às vezes travo a língua, tropeço em algumas palavras e gaguejo um pouco. Minha estima mudou. Mas nem por isso deixo de ser atraente e interessante. Minha esposa é a maior testemunha disso!

Jovem, a inspiração que tive para conceber essa obra foi, em grande parte, baseada em minhas próprias experiências. E sei que você irá aceitá-la de coração aberto. Não me utilizarei de formas literárias ou um jeito formal de escrever. Mas procurarei ser o mais objetivo possível. Quero que você se identifique com essa obra. Que ela se torne um guia para uma mudança em sua vida. Porém, não deixando de considerar a Bíblia como sendo o guia de sua vida.

Estou ciente de que esse material poderá causar desconforto em algumas pessoas, devido à forma não literária usada ou pela franqueza e objetividade nas palavras. Falarei de assuntos que não são muito discutidos dentro das igrejas. E por que não discutidas, não sei. Assuntos às vezes evitados não por causa dos princípios cristãos, mas por falta de uma obra que abordasse esse tema específico. E certamente provocará muitas ansiedades e contentamento em outras que, por estarem mergulhadas nas profundezas da solidão e fracassos amorosos, não conseguem ver a mão Daquele que diz, “Não temas eu te ajudo!”.

Que fique claro que algumas coisas existentes nessa obra não foram criadas por mim. Não foi uma coisa que inventei e depois passei para o papel. Não foi uma luz celestial que repousou sobre minha cabeça e anjos cantaram em coro “aleluia”. Muitas coisas que serão abordadas nessa obra não são coisas novas, mas apenas nunca foram discutidas abertamente ou, se foram, com um foco errado.

Esse livro tem como objetivo quebrar alguns tabus, ou seja, “padrões de pensamento” equivocados que a maioria dos jovens tem sobre a conquista. É também uma tentativa de mostrar que é possível você conquistar alguém especial, simplesmente fazendo o que deve ser feito, na hora certa, debaixo da perspectiva cristã.

Você sabe que precisa de uma mudança semelhante em sua vida sentimental, não é mesmo? Estou certo que sim. Sou jovem igual a você e já passei pelas mesmas pisadas. E estou certo que já cruzou os olhares com alguma moça da igreja e percebeu aquele clima entre vocês, certo? Por isso, sei que já pensou: “E agora, o que eu faço?” Sei que você desejava alguma coisa que, de fato, te mostrasse uma forma de agir. Que tirasse você dessa solidão e desânimo, que arrasta as pessoas para a frieza espiritual não desejada; que te prende no calabouço da solidão.

Acredito que você já tenha passando por aquela situação em que já tenha dito: “Gosto dela, mas e agora, o que eu faço? É justamente isso que eu quero lhe mostrar. Quero mostrar justamente COMO, QUANDO, ONDE, POR QUE e O QUE você deve fazer.

Existem muitos trabalhos escritos sobre relacionamentos em todo mundo, e a internet está lotada desses materiais. Assim, pode ser que nossa obra não chegue ao nível de outros. Mas acredito sinceramente que essa obra será um grande investimento pessoal para você.

Como cristão, meu objetivo não é induzir alguém ao erro, mas em contribuir. Meu objetivo é que você obtenha resultados positivos na conquista que, em minha opinião, é o mais importante. Quero simplesmente dividir ou amenizar o teu fardo. Meu objetivo não é incentivá-lo a sair pelas igrejas se relacionando com várias moças, mas em esclarecer algumas idéias sobre o assunto.

Meu estimado amigo, você sabe como é desagradável e frustrante desejar alguma coisa e não ter a capacidade de conquistá-la, não é mesmo? Mas saiba que o conhecimento é a chave de nossas maiores conquistas, e a liberdade é a melhor delas (Jo 8:32). De fato, o conhecimento é o maior bem que nossa geração dispõe. Vivemos uma geração “bem-aventurada”.

Tudo o que é novo, na maioria das vezes, provoca em nós alguma ansiedade, insegurança, descrédito e até medo. E será perfeitamente normal se nos primeiros capítulos você se encontrar inseguro e ansioso. No começo pode parecer constrangedor. Seu rosto pode até ficar vermelho. Não posso esconder essa verdade de você. Mas, o que será gratificante é que, quando você se sentir assim, as pessoas estarão passando a te ver como alguém ousado, bem humorado, de bem com a vida, dinâmico, amistoso, uma pessoa segura, carismática, que têm objetivos e sabe o que quer na vida. Será visto com de grande valor social e isso irá despertar interesses por você. E se você ousar a seguir o caminho que aqui serão indicados, logo você vai mudar de idéia e certamente você vai agradecer a Deus, quando estiver com sua amada em seus braços.

Você irá perceber que em muitas partes, para não dizer a maior parte dessa obra, serão mencionados comentários, citações de livros e histórias que são, de fato, verídicas e fiéis. Pois são colaborações recebidas do público jovem, como você. Poderá perceber, também, que os mesmos problemas que acontecem com você, acontecem com todos os jovens, embora sejam em situações diferentes. Talvez você tenha até participado de nossas pesquisas e nos enviado um relato de sua história.

Espero, sinceramente, que você se identifique com esta obra. O objetivo e meu desejo nesta obra é o de apresentar como pensar e agir em relação às mulheres no meio cristão. Apresentar quais são as bases de um verdadeiro e duradouro relacionamento. Orientar você a se tornar capaz de conquistar a garota que você esteja interessado. Levar você a conhecer o melhor caminho para conquistar a NAMOROADA de seus sonhos

Vou motivá-lo a dar a máxima atenção aos assuntos propostos; provocar seu interesse e desejos, e te levar à ação. Vou lhe introduzir a um novo ambiente que irá lhe revelar a forma correta de agir e de não agir com a moça pela qual esteja interessado. Mas para isso descerei até o mais íntimo de seus pensamentos e comportamento, sem que com isso parecer estar sendo vulgar. Vou conduzi-lo a como iniciar um possível relacionamento intimo com alguém que você não conhecia antes; até mesmo em re-conquistar alguma ex-namorada ou aquela melhor amiga da igreja. Vou lhe mostrar passo-a-passo como chegar, conversar e conquistar alguém em sua vida. Você descobrirá a linguagem corporal da moça e saber se terá ou não sucesso. Mas para tudo isso, vou precisar de sua inteira sinceridade e honestidade, e, principalmente, sua ousadia.



 
Gilson Ricardo

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Quero compartilhar com você um texto que encontrei e que cabe perfeitamente com o que estamos falando sobre homens certos. Infelizmente não achei o nome do autor ou muito provavelmente autora, para dar os devidos créditos.

UM GRANDE HOMEM

Nós, homens, nos caracterizamos por ser o sexo forte, embora muitas vezes caiamos por debilidade.
Um dia, minha irmã chorava em sua casa. Com muita saudade, observei que meu pai chegou perto dela e perguntou o motivo de sua tristeza. Escutei-os conversando por horas, mas houve uma frase tão especial que meu pai disse naquela tarde, que até o dia de hoje ainda me recordo a cada manhã e que me enche de força.

Meu pai acariciou o rosto dela e disse: “Minha filha, apaixone-se por Um Grande Homem e nunca mais voltará a chorar”.
Perguntei-me tantas vezes, qual era a fórmula exata para chegar a ser esse grande homem…
Com o passar dos anos, descobri que se tão somente todos nós, homens, lutássemos por ser grandes de espírito, grandes de alma e grandes de coração o mundo seria completamente diferente! Aprendi que um Grande Homem não é aquele que compra tudo o que deseja, porque muitos de nós compramos com presentes a afeição e o respeito daqueles que nos cercam.
Meu pai lhe dizia: Não se apaixone por um homem que só fale de si mesmo, de seus problemas, sem preocupar-se com você… Enamore-se de um homem que se interesse por você, que conheça suas forças, suas ilusões, suas tristezas e que a ajude a superá-las.
Não creia nas palavras de um homem quando seus atos dizem o oposto. Afaste de sua vida um homem que não constrói com você um mundo melhor… Ele jamais sairá do seu lado, pois você é a sua fonte de energia.
Fuja de um homem enfermo espiritual e emocionalmente: é como um câncer, matará tudo o que há em você (espiritual, emocional, mental, física, social e economicamente).
Não dê atenção a um homem que não seja capaz de expressar seus sentimentos, que não se ame saudavelmente.
Não se agarre a um homem que não seja capaz de reconhecer sua beleza interior e exterior e suas qualidades morais.
Não deixe entrar em sua vida um homem a quem tenha que adivinhar o que quer, porque não é capaz de se expressar abertamente.
Não se enamore de um homem que, ao conhecê-lo, sua vida tenha se transformado em um problema a resolver e não em algo para desfrutar.
Não creia em um homem que tenha carências afetivas de infância e que trata de preenchê-las com a infidelidade, culpando-a, quando o problema não está em você, e sim nele, porque não sabe o que quer da vida, nem quais são suas prioridades.
Por que querer um homem que a abandonará se você não for como ele pretendia, ou se já não é mais “útil”?
Por que querer um homem que a trocará por um cabelo ou uma cor de pele diferente, ou por uns olhos claros, ou por um corpo mais esbelto?
Por que querer um homem que não saiba admirar a beleza que há em você, a verdadeira beleza… a do coração?
Quantas vezes me deixei levar pela superficialidade das coisas, deixando de lado aqueles que realmente me ofereciam sua sinceridade e integridade e dando mais importância a quem não valorizava meu esforço?
Custou-me muito compreender que GRANDE HOMEM não é aquele que chega no topo, nem o que tem mais dinheiro, casa, automóvel, nem quem vive rodeado de mulheres, muito menos o mais bonito.
Um grande homem é aquele ser humano transparente, que não se refugia atrás de cortinas de fumaça, é o que abre seu coração sem rejeitar a realidade, é quem admira uma mulher por seus alicerces morais e grandeza interior.
Um grande homem é o que caminha de frente, sem baixar os olhos; é aquele que não mente, embora às vezes perca por falar a verdade… E, sobretudo, um grande homem é o que sabe chorar sua dor sem fugir dela.
Um grande homem é o que cai e tem a suficiente força para levantar-se e seguir lutando…
Hoje minha irmã está casada e feliz, e esse Grande Homem com quem se casou não era nem o mais popular, nem o mais solicitado pelas mulheres, nem o mais rico ou o mais bonito.
Esse Grande Homem é simplesmente aquele que nunca a fez chorar… é quem no lugar de lágrimas lhe deu sorrisos… Sorrisos por tudo que conquistaram juntos, pelos triunfos alcançados, por suas lindas recordações e por aquelas tristes lembranças que souberam superar, por cada alegria que repartem e pelos três filhos que preenchem suas vidas.
Esse Grande Homem ama tanto a minha irmã que daria o que fosse por ela sem pedir nada em troca… Esse Grande Homem a quer pelo que ela é, por seu coração e pelo que são quando estão juntos.
Aprendamos a ser um desses Grandes Homens, para vivenciar os anos junto de uma Grande Mulher e nada nem ninguém nos poderá vencer!
Envio esta mensagem aos homens para que lhes toque o coração e tratem de fazer crescer esse GRANDE homem que vive dentro deles. E para minhas amigas para que saibam escolher esse Grande Homem.

Autora Desconhecida.